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Thursday, November 12, 2009

Tear de pregos (quatro lados)

Trabalho em TEAR Quadrado: 20X20
Um e Outro lado da sacola
As alças e, mais ou menos a visão de como é por dentro.
Este fou o meu primeiro trabalho em TEAR.
Espero que, o primeiro de muitos...


O meu tio LUIZ está dodói e, para passar o tempo ele desmancha sacos de nylon, junta os fios a pedaços de sacolinhas plásticas e faz trancinhas. São metros e metros de trancinhas.
Quano eu (ELIANA) olhava aqueles rolos de trancinhas só conseguia imaginar cortinas com miçãngas e afins. Porém, minha irmã NOÊMIA, teve a idéia de fazer sacolas.
Estou executando a idéia dela, no tear quadrado de pregos

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Tela: "CESTO COM HORTÊNCIAS"

Tema: Cesto com hortências
Técnica: OST
Dimensão: 50X70
Data: 11/2008
Artista: E. Cavalcanti
Preço: R$150,00 + frete


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Friday, September 04, 2009

Pessoas são ANJOS

Olá. Boa noite... Eu sou a ELIANA lembra?!!! Que manhã maravilhosa!!! Meu DEUS! Como DEUS é tremendo. Ele simplesmente chama a existência coisas, pessoas e situações para nos abençoar. Isso é MA-RA-VI-LHO-SO!!! Melhorei bastante e até entendi bastante coisa...

Vamos reduzir essa prosa, rsrs...
Por último, trabalhei como cobradora de coletivo na viação CMTO -Companhia Municipal de Trnsportes de Osasco. Devido aos constannnnntes assaltos, tive uma recaída: A depressão veio acompanhada da síndrome do pânico. O médico me afastou do trabalho para que eu ficasse segura em casa. Já faz 8 anos e a minha saúde só tem piorado. Fui acometida por fibromialgia e, agora, como se não bastasse, esse distúrbio alimentar: a tal bulimia nervosa.
Não é nada bom estar doente e, pior ainda quando a doença não é visível. As pessoas não acreditam, pensam que estou "fingindo" ou como se costuma dizer: FAZENDO CORPO MOLE.
Ficam o tempo todo dizendo: Você tem que reagir! Levanta a cabeça! Pense nesta ou naquela pesoa... E assim por diante. Não tem entendimento e pensam que temos um botão ON/OF que, desligamos e tudo volta ao que chamam de normal!!!

ENTÃO.... eu "adotei" o meu pai como filho! Como o filho que eu gostaria de ter tido a oportunidade de educar. É claro que ele era superhiperultramega-educado, inteligentíssssssimo... sempre tinha uma palavra amiga, sempre tinha um "dizer"... Costumava contar histórias, falava meio que por parábolas, de uma maneira que não dava pra não entender.

Conversando com ANJOS, eu entendi que todo aquele carinho e cuidado que eu tinha com os meus filhos quando pequenos: isso de sempre trazer alguma coisinha, um agrado, uma roupinha, um brinquedo, etc... Eu passei a ter com o meu pai! Quando eu saía, me preocupava em voltar a tempo de fazer uma vitamina pra ele, levava morangos, ou abacate, ou qualquer outra fruta que ele gostasse. Passava sempre na "casa do norte" levava o bolo de puba que ele A-DO-RA-VA!!! Ou bolachão...

Ele me retornava esse carinho. Sempre me chamava pra tomar o café fresquinho que ele tinha acabado de passar por exemplo...

Ou seja, eu dava para o meu pai o carinho que não tive a oportunidade de dar aos meus filhos , e ele me retribuia com muito mais carinho ainda. Melhor dizendo, o meu pai era pra mim como uma tábua de salvação. De repente, essa tábua se parte e eu fico em alto mar, sem apoio, sem saber nadar, sem horizonte... Tem momentos em que eu me sinto submersa, sem nenhuma esperança, depois volto a tona... Olho pro céu, me lembro de DEUS e tenho certeza de que ELE me dará a SUA mão...

E ELE, DEUS... Colocou ANJOS em minha vida para me ajudarem a atravessar esse período tão difícil. Se antes os meus agrados eram para o meu pai, agora, eu tenho procurado ME AGRADAR.

EU GOSTARIA MUITO DE TER A OPORTUNIDADE DE VER NOVAMENTE ESTES ANJOS AO LONGO DA MINHA CAMINHADA MAS, SEI QUE FORAM PESSOAS QUE DEUS, O TODO PODEROSO, O CONHECEDOR DE TODOS OS NOSSOS PENSAMENTOS, DE TODAS AS NOSSAS NECESSIDADES MESMO ANTES QUE NÓS NOS MANIFESTARMOS. ELE, DEUS, TOMA PROVIDÊNCIAS E AGE EM NOSSO FAVOR. PORÉM, SE NÃO ACONTECER DE NOS VIRMOS NOVAMENTE, QUERO QUE SAIBA QUE ME AJUDOU MUITO! A ALEGRIA QUE SENTI AO SABER QUE DEUS ESTAVA SE FAZENDO PRESENTE AO MEU LADO ATRAVÉS DE VOCÊ É IMENSURÁVEL....

Aqui fica uma música linda que tenho ouvido sempre e me alegrado no SENHOR

Sobre As Águas
Compositor(es): Soraya Moraes
Se o sol se por
E a noite chegar
Tu és quem me guia
Se a tempestade me alcançar
Tu és meu abrigo
Se o mar me submergir
A tua mão
Me traz a tona pra respirar
E me faz andar
Sobre as águas
Tu és o Deus da minha salvação
És o meu dono minha paixão
Minha canção e o meu louvor
Aleluia, Aleluia 2x
Se o mar me submergir
A tua mão
Me traz a tona pra respirar
E me faz andar
Sobre as águas
Tu és o Deus da minha salvação
És o meu dono minha paixão
Minha canção e o meu louvor
És o meu louvor
AMÉM

Tuesday, July 21, 2009

Homenagem ao meu PAI

Uma imagem bonita de lembrar: É SÓ ALEGRIA!!!
Sua marca...

O beijo... carinhoso.

A música inesquecível
O Rio de Piracicaba
Sérgio Reis
Composição: Tião Carreiro / Piraci / Lourival Santos
O rio de Piracicaba vai jogar água pra fora
Quando chegar a água dos olhos de alguém que chora
La na rua onde eu moro só existe uma nascente
A nascente dos meus olhos ja formou agua corrente
Pertinho da minha casa ja formou uma lagoa
com a lagrima dos meus olhos por causa de uma pessoa
O rio de Piracicaba vai jogar água pra fora
Quando chegar a água dos olhos de alguém que chora
Eu quero apanhar uma rosa, minha mão ja não alcança
eu choro desesperado igualzinho a uma criança
duvido alguém que não chore pela dor de uma saudade
quero ver quem que não chora quando amar de verdade
O rio de Piracicaba vai jogar água pra fora
Quando chegar a água dos olhos de alguém que chora
Quando chegar a água dos olhos de alguém que chora
Quando chegar a água dos olhos de alguém que chora...

Aqui, minha irmã falando um pouco do quanto ELE FOI, É e
SEMPRE SERÁ importante em nossas vidas.

A Nossa Grande Família
MÃE; PAI; eu (Eliana) um casal de filhos; Job quatro filhas; Isaac um casal de filhos; Isabel três filhos; Josias três filhos; Loide (falecida há sete anos) três filhos, uma neta; Joel quatro filhos, três netos; Colé três filhos quatro netos; Noêmia dois filhos.


Naquela Mesa - Nelson Gonçalves
Composição: Sérgio Bittencourt

Naquela mesa ele sentava sempre
E me dizia sempre o que é viver melhor
Naquela mesa ele contava histórias
Que hoje na memória eu guardo e sei de cor

Naquela mesa ele juntava gente
E contava contente o que fez de manhã
E nos seus olhos era tanto brilho
Que mais que seu filho
Eu fiquei seu fã

Eu não sabia que doía tanto
Uma mesa num canto, uma casa e um jardim
Se eu soubesse o quanto dói a vida
Essa dor tão doída, não doía assim

Agora resta uma mesa na sala
E hoje ninguém mais fala do seu bandolim
Naquela mesa ta faltando ele
E a saudade dele ta doendo em mim

Naquela mesa ta faltando ele
E a saudade dele ta doendo em mim

Monday, June 29, 2009

COLAR DE VIÉS

DEUS tem se mostrado presente em minha vida em todos os momentos, principalmente nos mais difíceis.
Outro dia, passei por uma situação bem complicada e, precisei tomar uma atitude drástica. Porém, qual não foi a minha surpresa qdo em meio a um grande problema Ele, DEUS me colocou diante uma enorme solução! Assim a gente vê cumprir-se a palavra qdo DEUS diz em Romanos 4:17 "...Perante aquele no qual creu, a saber, Deus, que vivifica os mortos, e chama à existência as coisas que não existem, como se já fossem” para abençoar os seus filhos queridos, amados...
Vi no pescoço de uma senhora um COLAR FEITO DE VIÉS ao chegar em casa procurei na net e, achei no BLOG da EDNA: http://trancadosebordados.blogspot.com/ Com passo a passo e tudo mais!!!
Nossa! Que bênção! Confeccionei vários e, saí de casa com um, rsrs, foi um acontecimento!
Recebi muitas encomendas e, tenho certeza de que muitas outras virão.

Acredito que quando a gente divide conhecimento, multiplica bênçãos
em nossas vidas e, na vida de outras pessoas.

Wednesday, March 25, 2009

História: Os Sete Corvos



Os Sete Corvos
Conto de autoria dos irmãos Grimm, traduzido do original por
Ruth Salles e Renate Kaufmann.

Era uma vez um homem que tinha sete filhos, mas por mais que o desejasse, nem uma só filha.
Afinal, de novo sua mulher lhe comunicou a próxima vinda de uma criança; e, quando esta veio ao mundo, era realmente uma menina.
Foi grande a alegria, mas a criança era pequena e franzina e, devido sua fraqueza, precisou ser batizada às pressas. O pai mandou, com urgência, um dos meninos fonte buscar água para o batismo, e os outros seis foram junto. Como cada um quisesse ser o primeiro a tirar água, o jarro lhes caiu dentro do poço, e lá ficaram eles sem saber o que fazer, e nenhum se atrevia a ir para casa.
Como nunca mais voltassem, o pai impaciente sentou-se e disse:
- Certamente, por causa de alguma brincadeira, esses meninos desalmados se esqueceram da tarefa. E, temeroso de que a menina morresse sem ser batizada, exclamou mui o zangado: - Quisera que todos eles se transformassem em corvos.
Mal pronunciara essas palavras, ouviu sobre a cabeça um ruflar de asas, olhou para o alto e viu sete corvos pretos como carvão que alçaram vôo e partiram.
Os pais não puderam tirar a maldição, mas, embora desolados com a perda dos sete filhos, encontraram algum consolo na querida filhinha, a qual logo adquiriu forças e, dia após dia, foi ficando mais bonita. Durante muito tempo, ela nunca soube que tivera irmãos, pois os pais tinham o cuidado de não lhe falar no assunto; até que um dia, por acaso, ouviu algumas pessoas dizerem que ela era uma menina muito bonita, mas, praticamente, a culpada da desgraça de seus sete irmãos.
Ela então, consternada, foi perguntar ao pai e mãe se tivera irmãos e o que fora feito deles. Os pais não puderam manter o segredo por mais tempo, mas lhe disseram que aquilo fora um decreto do céu, e seu nascimento apenas o motivo inocente.
Porém a menina todos os dias sentia escrúpulos de ter sido a causa da desgraça de seus irmãos e achou que precisava salvá-los. E não teve mais sossego, até que um dia partiu secretamente e saiu pelo mundo afora, a fim de encontrá-los, onde quer que estivessem, e libertá-los.
Não levou nada consigo, a não ser um anelzinho de seus pais como lembrança, um pão para matar a fome, um jarrinho com água para saciar a sede e um banquinho para descansar. E foi andando, para longe, para longe, até o fim do mundo.
Chegou onde estava o sol, mas este era quente demais, assustador, e comia criancinhas. Fugiu então apressadamente e correu até a lua, mas esta era fria demais e também horrível e má. Ao notar a criança disse:
- Sinto cheiro, sinto cheiro de carne humana.
A menina foi-se embora depressa e chegou até as estrelas, que foram boas e gentis com ela. Cada uma estava sentada em sua cadeirinha; e a estrela d’alva, dando um ossinho de galinha, disse:
- Sem este ossinho não poderás destrancar a porta da montanha de vidro, onde se encontram seus irmãos.
A menina pegou o ossinho, embrulhou-o muito bem num lenço, e partiu novamente, caminhando por muito tempo, até chegar à montanha de vidro. O portão estava trancado, e ela quis tirar o ossinho do lenço, mas quando o abriu estava vazio: ela perdera o presente das bondosas estrelas.
Que fazer agora? Queria salvar os irmãos e não tinha a chave para abrir a montanha de vidro. A boa irmãzinha apanhou uma faca, cortou o dedo mindinho, introduziu-o na fechadura e, por felicidade, o portão se abriu. Assim que ela entrou, um anãozinho veio ao seu encontro e disse:
- Que procuras, minha filha?
- Procuro meus irmãos, os sete corvos – respondeu ela.
Disse o anão:
- Os senhores corvos não estão em casa, mas se quiseres esperar até que voltem, então entra.
Em seguida, o anãozinho trouxe a refeição dos sete corvos em sete pratinhos e em sete copinhos, e de cada pratinho a irmãzinha comeu um bocadinho, e de cada copinho bebeu um golinho; mas no último copinho deixou cair o anelzinho que trouxera consigo.
De repente, ela ouviu no ar o ruflar de asas e o crocitar. O anãozinho então disse:
- Aí vêm chegando os senhores corvos.
Eles chegaram, quiseram comer e beber e procuraram por seus pratinhos e copinhos. E, então, um após outro perguntou:
- Quem comeu no meu pratinho? Quem bebeu no meu copinho?
Foi a boca de um ser humano.
E, quando o sétimo chegou ao fundo do copo, o anelzinho rolou ao seu encontro. Ele então o viu, reconheceu-o como o anel de seu pai e de sua mãe e disse:
- Deus queira que nossa irmãzinha esteja aqui, pois assim estaremos salvos. Quando a menina, que os espreitava atrás da porta, ouviu este desejo, adiantou-se, e todos os corvos recobraram a forma humana.
E, abraçaram-se e beijaram-se uns aos outros, e voltaram contentes para casa.

Friday, March 20, 2009

SARAU - Na sede da OSCIP Viva e Deixe Viver




























































































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Tuesday, February 10, 2009

Notícias... São Paulo - SP

Oito pessoas foram baleadas na capital Paulista por assaltantes que usavam motocicletas na quinta-feira (5/02). No Alto de Pinheiros, bairro nobre da Zona Oeste de São Paulo, uma mulher foi atingida com dois tiros na cabeça e morreu. Nesta sexta (6), a Polícia Civil divulgou a identidade da vítima: Rosália Albuquerque, de 37 anos.
Mais uma vez a indignação toma conta de mim. E quantas vezes isso acontecerá? Quantas vezes mais eu direi: POR QUÊ??? PRA QUÊ tanta violência??? Até quando???
Perguntas desse tipo, sem respostas têm feito parte do nosso dia-a-dia e nós, não temos outra alternativa senão gritar, chorar os nossos "entes queridos" que são barbaramente arrancados do seio de suas famílias, de seu amigos... Por acaso, eu conhecia "a vítima da vez" e, fico cá pensando: Quantas vidas foram tiradas junto com a dela? Quantos sonhos foram interrompidos? Quantas lágrimas foram e serão derramadas à falta de ROSÁLIA ALBUQUERQUE, 37 anos...
E fatos assim, se repetem tanto e com tamanha frequência que, se tornaram comuns. Estamos já há muito tempo, vivendo ou melhor, morrendo numa guerra diária... Saímos e não sabemos se voltaremos... Se "aquele compromisso" estará de pé até a data marcada ou, se seremos atingidos antes. Aquela nossa intenção de beijar e abraçar nossos pais e filhos ao chegar em casa, tomar um bom banho, jantar, assistir ao noticiário, ver a novela e depois ir dormir... Está ficando cada vez mais, impossível de se alcançar... Saio e fico. Fico e saio... como que esperando a minha vez.
Sei que pode parecer estranho mas, eu preferia que fosse eu.

O crime ocorreu na rua onde mora o governador José Serra. Na Zona Sul.

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